Candidato do PL à Presidência recua de oposição anterior e afirma que leis trabalhistas estão preservadas
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, declarou nesta sexta-feira, 16, que não vai alterar a emenda constitucional que acaba com a jornada de trabalho 6x1 no Brasil.
O senador, que até então era opositor da medida defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, votou favoravelmente à proposta no plenário do Congresso Nacional.
Segundo o parlamentar, a decisão foi tomada após ouvir a vontade da maioria dos cidadãos, conforme informação divulgada por money.
Posicionamento sobre direitos garantidos
Durante seu pronunciamento, Flávio Bolsonaro enfatizou que todos os direitos trabalhistas e as leis da categoria estão devidamente garantidos no país.
O político ressaltou que respeita a decisão soberana tomada pelo Congresso Nacional e descartou qualquer tipo de questionamento futuro sobre o tema.
Liberdade para jornada de trabalho
O candidato do PL também argumentou que sempre defendeu uma maior flexibilidade para que os empregados possam definir suas próprias escalas.
Segundo o senador, a intenção é permitir que os profissionais organizem o tempo por horas trabalhadas, seguindo modelos adotados nos Estados Unidos.
Impacto político da decisão
A mudança de postura em relação à pauta trabalhista marca um novo capítulo na estratégia política do parlamentar rumo às eleições presidenciais.
A emenda que extingue a jornada tradicional é considerada uma das principais bandeiras políticas do atual governo liderado por Luiz Inácio Lula da Silva.
Perguntas Frequentes
Flávio Bolsonaro vai acabar com o fim da escala 6x1?
Não, o senador Flávio Bolsonaro declarou que não vai alterar a emenda constitucional e que respeitará a decisão do Congresso Nacional.
Qual é a posição do candidato do PL sobre os direitos trabalhistas?
O parlamentar afirmou que todos os direitos trabalhistas e as leis da categoria estão totalmente garantidos e preservados.
Como o senador avalia a organização da jornada de trabalho?
Ele defende maior liberdade para que os trabalhadores possam montar sua própria escala por horas, modelo semelhante ao dos Estados Unidos.


